02/08/2026
Jornal São Simão»26 memórias inesquecíveis da Copa 2026

26 memórias inesquecíveis da Copa 2026

O atacante Erling Haaland, da Noruega, foi um dos destaques da Copa do Mundo de 2026, não só pelos gols, mas também por sua presença nas redes sociais. Em um dos momentos mais comentados, ele marcou duas vezes contra o Brasil em uma virada na fase de grupos. Sua comemoração com um guaxinim de pelúcia e suas publicações no Snapchat viraram febre entre os torcedores.

Outra história marcante foi a da seleção de Curaçao, a menor nação a se classificar para um Mundial. A equipe perdeu para a Alemanha por 7 a 1 na estreia, mas o gol de Livano Comenencia, que superou o goleiro Manuel Neuer, entrou para a história como o primeiro do país em Copas. O jogador comemorou dizendo que havia marcado contra um ídolo que usava em seu videogame.

A torcida da Escócia também deixou sua marca nos Estados Unidos. Após 28 anos sem disputar um Mundial, os escoceses tomaram conta de Boston, enchendo o Fenway Park de cantos e esvaziando os bares da cidade. A tradição de colocar cones de trânsito laranja em estátuas famosas foi repetida, e o “cone de Boston” foi até recebido pela prefeita Michelle Wu.

O atacante Cristiano Ronaldo, de Portugal, encerrou sua trajetória em Copas do Mundo de forma agridoce. Ele marcou seu primeiro gol em fases eliminatórias contra a Croácia, mas viu Portugal ser eliminado pela Espanha na rodada seguinte. Com pouca participação no jogo, o jogador se despediu do torneio dizendo que deu o seu melhor.

A Copa também teve momentos de polêmica e injustiça. O Irã enfrentou dificuldades extras com a troca de sua base de treinos e restrições para entrar nos EUA, sendo eliminado nos critérios de desempate. A Turquia, apontada como uma das favoritas, decepcionou e caiu ainda na fase de grupos. O Egito reclamou de decisões da arbitragem na derrota para a Argentina nas oitavas de final.

Entre as cenas curiosas, a torcida da Inglaterra adotou a música “Wonderwall”, da banda Oasis, como hino não oficial da campanha. O jogador Lamine Yamal, da Espanha, viu seu irmão de três anos, Keyne, roubar a cena nas arquibancadas com suas reações. E no México, um pato chamado Merlin virou mascote não oficial da seleção, chegando a ser recebido pela presidente do país, Claudia Sheinbaum.

A disputa pela artilharia também foi acirrada. Lionel Messi e Kylian Mbappé chegaram às semifinais com oito gols cada, igualando a marca de Ronaldo Fenomenal em 2002. Mbappé, no entanto, ficou com a Chuteira de Ouro após marcar duas vezes na disputa pelo terceiro lugar contra a Inglaterra.

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