Júri mantém prisão de técnicos de enfermagem em Taguatinga

O Tribunal do Júri de Taguatinga decidiu manter, na quinta-feira (20/8), a prisão preventiva dos técnicos de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva. Na mesma ocasião, foi encerrada a instrução criminal do processo.
Com o fim da fase de produção de provas, os autos foram enviados ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para a apresentação das alegações finais. De acordo com as informações divulgadas, o MPDFT já entregou seus memoriais finais e, devido à necessidade de reanálise periódica das prisões prevista no art. 316 do Código de Processo Penal, pediu a manutenção da custódia dos réus.
O processo agora aguarda as alegações finais dos assistentes de acusação. Em seguida, será aberto prazo para que as defesas apresentem suas considerações finais.
Depois dessa etapa, o caso seguirá para a fase de sentença, quando o magistrado poderá optar pela pronúncia, impronúncia, desclassificação ou absolvição sumária. Ainda não há data definida para a decisão ser proferida.
O caso teve grande repercussão na região, uma vez que os três profissionais de saúde respondem ao processo em liberdade condicionada desde o início das investigações. A manutenção da prisão preventiva foi solicitada após a análise do conjunto probatório reunido durante a instrução, que incluiu depoimentos de testemunhas e perícias técnicas.
Os advogados de defesa dos acusados ainda não se manifestaram publicamente sobre o andamento do processo. A expectativa é de que, após a apresentação das alegações finais, o juiz responsável pelo caso defina os próximos passos do julgamento.

